Valério's Roman Quest: A Soldier's Journey to Hispania
Valério's Roman Quest: A Soldier's Journey to Hispania
JJoana Barroso
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故事简介
Join Valério, a brave Roman soldier, on an epic adventure across the Roman Empire! From bustling ports to fierce battles and magnificent cities, follow his thrilling journey to defend Hispania. This vibrant tale blends historical wonder with courageous action, perfect for young explorers discovering the might of ancient Rome.
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Diário de Bordo Romano O meu nome é Valério, tenho 24 anos, vivo em Roma e sou um soldado. O meu dia a dia como soldado é de muita disciplina rígida, estou constantemente a preparar-me para os combates, faço patrulhas e ajudo a construir fortificações e estradas romanas. Eu não vivo com a minha família, vivo nos acampamentos do exército. Estou a viajar pelo Império Romano numa missão militar. Eu e os outros soldados do Império Romano vamos defender a Hispânia do exército inglês que está a destruir as nossas construções, a roubar as nossas riquezas e a matar as pessoas que lá vivem. A nossa viagem está a ser muito complicada, porque temos que viajar por mar e por terra e passar por várias cidades importantes da Hispânia para impedir que os ingleses roubem as nossas riquezas e destruam os templos mais importantes construídos na altura da romanização. Mas nós vamos conseguir vencer o exército inglês porque o nosso exército é uma força invencível, muito disciplinada e treinada, somos superiores a qualquer exército do mundo. Nós partimos de Roma em direção ao porto de Óstia, descendo o rio Tibre em barcaças fluviais onde eram transportadas as mercadorias e viajantes. A função do exército romano era acompanhar e proteger as mercadorias e os viajantes no percurso marítimo de Roma até chegar a Barcelona (Barcino), por ser o trajeto rápido e perigoso por causa dos ataques marítimos. Chegamos ao porto de Óstia, que é um dos maiores pontos logísticos do Império, repleto de armazéns, faróis e intensa atividade comercial, porque dali partem os navios mercantes e embarcações de transporte de passageiros. Fizemos a travessia marítima pelo mediterrâneo ocidental, em navios mercantes, largos e estáveis, movidos a vela e tivemos muita sorte porque o clima esteve estável e os ventos favoráveis. Finalmente chegamos a Barcelona. Em Barcelona, fomos atacados pelos ingleses, que estavam a tentar roubar as mercadorias, mas depois de um longo conflito, conseguimos proteger todas as mercadorias e pessoas, embora tenham morrido alguns soldados romanos. De Barcelona (Barcino) para Madrid (Maslama al Majriti) fizemos a viagem via terrestre, utilizando a rede de estradas romanas feitas de pedra, que ligam o litoral ao interior. Utilizamos as carruagens puxadas por cavalos, sendo a viagem mais difícil e demorada. Prosseguimos a nossa viagem de Madrid (Maslama al Majriti) para Lisboa (Olissipo) continuando pelas estradas romanas. Lisboa estava ser atacada pelo exército inglês, fui logo atacado, mas um colega meu ajudou-me e levou-me para uma fortificação e ficamos lá por algum tempo, para me recuperar, até a luta terminar. Em Lisboa estive bastante tempo, o que me permitiu conhecer melhor a cidade. O rio Tejo brilha com grande intensidade sob o sol, carregado de navios e vozes, e as ruas pavimentadas com pedra e organizadas que nos conduzem ao centro da cidade. O Fórum situa-se na zona central da cidade, que é coração da vida pública, onde estão concentradas as principais funções administrativas, jurídicas, comerciais e religiosas da cidade. É onde os magistrados administram a justiça, os cidadãos debatem os assuntos públicos e os comerciantes estabelecem os acordos. Pelo menos uma vez por mês, eu tinha o privilégio de ir ao teatro romano de Lisboa localizado na encosta sul do Castelo de S. Jorge que, para além de ter a função de entretimento com peças teatrais, servia para fazer propaganda política e afirmação da cultura romana perante quem chegava pelo rio Tejo. Nos meus tempos livres eu ia às termas que eram um espaço de higiene e lazer que me permitia fazer exercício físico e conviver com os cidadãos. Em Lisboa é possível ter acesso a templos com a função religiosa e política., tais como o templo da Rua da Saudade que fica perto do teatro, o templo de Cibele (ou de deusas orientais) e o Santuário no Fórum que é o templo principal dedicado à Trindade Capitolina (Júpiter, Juno e Minerva) ou ao Culto Imperial. A principal atividade económica de Lisboa é a produção de derivados de peixe, especialmente a indústria do Garum, que é um molho de peixe fermentado, considerado um artigo de luxo em Roma. Lisboa tem um dos portos mais importantes do Atlântico. Na zona Baixa da cidade existem dezenas de complexos de salga. No comércio marítimo é exportado o famoso cavalo lusitano, azeite, vinho e minérios provenientes do interior da Lusitânia. Na margem sul do Tejo e na zona de Alcântara existe uma forte indústria de cerâmica. Os cidadãos de menor estatuto visitam os poderosos para prestar serviços em troca de favores ou comida. As manhãs são passadas no Fórum onde se discute política, realizam julgamentos e fazem trocas comerciais no mercado. As tardes são passadas nas termas, onde fazem os banhos públicos para relaxar e socializar. Também assistem aos espetáculos no teatro romano.