Join Leo, a little bear with a big heart, on an enchanting journey from quiet sadness to radiant joy. This heartwarming tale beautifully illustrates the profound truth of unconditional love and finding true purpose, showing how a special light can transform everything. A delightful story of hope, belonging, and the joy of sharing.
Se Deus não tivesse nos amado primeiro Existe algo dentro de nós que tenta fugir dessa verdade, mas ela é inevitável: há algo profundamente errado com o ser humano. Não é apenas o mundo. Não são apenas as circunstâncias. Não são apenas “erros” que cometemos de vez em quando. O problema mora dentro de nós. Desde o início, o coração humano se afastou de Deus. Não porque Deus se escondeu, mas porque nós escolhemos caminhar para longe. Escolhemos ser nosso próprio deus, decidir o que é certo e errado, viver segundo a nossa vontade. E desde então, carregamos as marcas dessa queda. Talvez você não se veja como uma pessoa má. Talvez nunca tenha cometido crimes graves. Talvez até se considere alguém “do bem”. Mas a verdade é que o pecado não é apenas o que fazemos — é quem somos sem Deus. É um coração que não ama a Deus como deveria. É uma vida que vive para si mesma. É a tentativa constante de encontrar sentido, alegria e propósito longe daquele que nos criou. E o resultado disso é vazio. Cansaço. Culpa. Medo. Uma sensação silenciosa de que algo está faltando. A Bíblia chama isso de morte espiritual. Mortos não buscam ajuda. Mortos não estendem a mão. Mortos não escolhem viver. E é aqui que entra a parte mais surpreendente dessa história: se dependesse de nós, jamais iríamos até Deus. Jamais. Não foi o ser humano que decidiu amar a Deus primeiro. Não fomos nós que demos o primeiro passo. Não fomos nós que tivemos uma boa ideia espiritual. Foi Deus. Mesmo sabendo quem éramos. Mesmo conhecendo cada pecado, cada pensamento oculto, cada rebeldia silenciosa. Mesmo assim… Ele amou. Deus não nos amou porque éramos dignos. Ele nos amou porque é amor. E esse amor não ficou apenas em palavras. Ele tomou forma. Ele entrou na história. Ele se fez carne. O Filho de Deus veio ao mundo, viveu a vida perfeita que nós jamais conseguiríamos viver e caminhou, voluntariamente, até a cruz. Naquela cruz, Cristo não morreu como um exemplo bonito. Ele morreu como substituto. Ali, o castigo que era nosso caiu sobre Ele. A culpa que nos condenava foi colocada sobre Seus ombros. A ira justa de Deus contra o pecado foi satisfeita. A cruz revela duas verdades ao mesmo tempo: o quão grave é o nosso pecado e o quão profundo é o amor de Deus. Se o pecado fosse pequeno, a cruz não seria necessária. Se o amor de Deus fosse fraco, Cristo não teria permanecido ali. Mas Ele ficou. Até o fim. E ao terceiro dia, Ele ressuscitou, declarando vitória sobre o pecado, sobre a morte e sobre tudo aquilo que nos mantinha presos. A salvação, então, não é um prêmio para pessoas boas. É um milagre para pessoas perdidas. É Deus abrindo os olhos de corações que antes estavam cegos. É Deus chamando pelo nome aqueles que jamais o escolheriam sozinhos. É graça do começo ao fim. Por isso, o nosso propósito neste mundo não é viver para nós mesmos. Não é construir um nome. Não é correr atrás de uma felicidade vazia. Fomos criados para conhecer a Deus. Para glorificá-Lo. Para viver reconciliados com Ele. Se hoje você sente esse incômodo no coração, esse peso, esse chamado silencioso… saiba: isso não vem de você. É Deus, em misericórdia, te chamando para fora da morte e para dentro da vida. Porque se Ele não tivesse nos amado primeiro, nós jamais iríamos até Ele. Mas Ele amou. Ele chamou. Ele salvou. E ainda hoje, Ele continua fazendo isso. E diante de tudo isso, existe uma resposta que não pode ser adiada. Não é apenas sentir algo. Não é apenas concordar com essas palavras. Não é apenas se emocionar. É se render. Render-se a Cristo é reconhecer que Ele não é apenas um Salvador conveniente, mas o único Senhor. É abandonar a ilusão de controle, parar de viver para si mesmo e confessar, com humildade, que sem Ele nada somos e nada podemos ser. É dizer, no mais profundo do coração: “Eu não sou o centro. Cristo é.” É viver não mais para agradar a si, mas para agradar Àquele que deu a própria vida. É colocar Deus em primeiro lugar — nos pensamentos, nas escolhas, nos desejos, na maneira de viver. A salvação não termina na cruz; ela transforma a vida inteira. Pela graça, passamos a viver para a glória de Deus e nos tornamos novas criaturas. Confie totalmente na obra da cruz e viva, a partir de agora, não para si, mas para Aquele que te amou primeiro. Porque não existe vida fora Dele. E não existe propósito maior do que viver para Ele.